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O PODER DA BOA NOTÍCIA

Uma notícia pode informar ou transformar seus receptores. Pode ser boa ou má e pode promover diversas reações: alegria, tristeza, ódio, comoção, empatia ou apatia. Depende da notícia e de como ela é transmitida ou recebida. Hoje em dia, por menos atualizada, que seja, qualquer pessoa pode ser bem informada. Com tanta informação, às vezes fica difícil distinguir o que é falso e o que é verdadeiro.

Por vezes, a mídia até controla as opiniões, retendo e informando somente o que lhe convém. Contudo, as boas notícias para serem veiculadas a todas as pessoas em todas as épocas sobre Jesus Cristo são dignas de créditos. Podemos confiar sem medo em sua veracidade. São notícias antigas, mas que não envelhecem. Diferentes de tudo o que já se viu ou ouviu dos fatos reportados. Ela é poderosa para salvar a todos que as recebem de bom grado. Que notícias são estas? Antes, porém, é preciso afirmar que não existem somente boas notícias. Primeiro, as más notícias devem ser compreendidas, para então, as boas serem recebidas.

As más notícias: A pior notícia de todas, por causa do pecado, todo ser humano, por mais notável que seja, está condenado a morte. E para a morte, não há remédio que a medicina receite. Todo ser vivo, nasce, cresce e morre – alguns mais velhos, outros nem tanto. A morte se tornou natural a todos por causa do pecado de nossos primeiros pais. Portanto, todos nós nascemos pecadores, por natureza. A natureza humana é rebelde, por si só, pois ela confronta o propósito original de Deus, de vivermos com pureza moral e espiritual, submissos a vontade do Criador soberano. Assim sendo, e com base na lei, o justo Deus sentenciou a todos os pecadores a morte eterna. Além da morte, o pecado originou também, o sofrimento aos seres vivos. Agora, por inúmeras faces, o sofrimento, a dor e a desilusão assolam a humanidade e toda a criação de Deus. Porém, a boa notícia de Cristo é que Deus ama a sua criação e tinha o plano de salvação elaborado, antes de criar o mundo.

As boas notícias: Deus amou tanto o mundo que enviou seu único Filho para receber o castigo que pertencia a nós, por merecimento. A ira de Deus que era para o homem, foi despejada sobre Jesus. Por amor, Cristo foi sacrificado em nosso lugar. Por causa da morte dele lá na cruz, podemos viver hoje. Ele nos substituiu. O sangue de Jesus foi derramado para que pudéssemos receber perdão e paz com Deus. Pense por um instante num um pai que chega a sua casa e se depara logo na entrada, com um individuo cujo rosto, jamais sairia de sua memória. Quando avança com pressa, vê seu filho estirado no chão, morto.

Este pai aciona as autoridades locais, que conseguem capturar o homicida de seu único filho, ele é convocado para reconhecê-lo na delegacia. O que você faria em seu lugar? Duas opções são possíveis: identificar o assassino e exigir-lhe a prisão perpétua ou retirar a acusação e convidar o recém-absolvido para residir em sua casa, oferecer a ele o quarto e a cama de seu saudoso filho, que agora estava desocupada, bem como conceder-lhe seu sustento diário. Tudo o que pertencia ao menino, agora seria dele.

O que você faria? Deus escolheu a segunda opção. Nós somos culpados pela morte de seu Filho e, além de nos inocentar, por causa da cruz de Jesus, Ele nos concede o direito de filhos, podemos morar com Ele e desfrutar seu cuidado paternal. Somos co-herdeiros com Jesus. Porque o Filho não permaneceu em óbito, depois de três dias, Deus o ressuscitou dentre os mortos, e por esta razão, agora também nutrimos a esperança de viver após a morte inevitável. Assim, a todos que, arrependidos de seus pecados, receberem a Jesus, a boa notícia, herdarão a vida eterna.

O evangelho é o poder de Deus porque se trata do Filho. Que tal compartilhar os detalhes destas notícias àqueles que ainda não foram informados? Se esta verdade for compreendida e aplicada, o Senhor pode livrá-los de toda a condenação.

Pr. Mateus de Almeida